Aliança de namoro: um símbolo de amor que atravessa séculos

Este é um artigo de publieditorial.

As alianças de casamento são reconhecidas em todo o mundo como uma prova pública de comprometimento e fidelidade entre casais. Mas, nas últimas décadas, a aliança de namoro também vem ganhando espaço e está cada vez mais presente nos relacionamentos.

“Infinito” e “eterno”

Acredita-se que o costume de usar alianças para representar fidelidade e amor tenha surgido no Egito Antigo. Para os faraós egípcios, o círculo era a representação perfeita da “eternidade”. Para eles o uso de alianças faria com que duas pessoas apaixonadas permanecessem unidas para sempre, até mesmo após a morte. 

Já os romanos reconheciam a aliança como uma representação do “infinito”, pois não é possível definir o começo ou o fim de um círculo. 

“infinito” e “eterno”: essas duas definições descrevem muito bem o sentimento de amor entre duas pessoas e hoje você vai aprender um pouco mais sobre como surgiram as alianças de namoro e de casamento.

As alianças ao longo do tempo

Usar uma aliança de casamento no quarto dedo da mão esquerda (dedo anelar) já era tradição na alta sociedade egípcia. Naquela época as alianças eram feitas de cânhamo, um material muito diferentes dos que vemos hoje nos aneis. Não tinham brilho e não resistiam tanto ao desgaste natural do tempo.

A fim de aumentar a durabilidade, os romanos antigos começaram a usar o ferro nas alianças de casamento. Mais tarde, passaram a ornamentar com ouro e pedras preciosas, como sinal de poder e nobreza.

A tradição de presentear com um anel de diamante em sinal de compromisso amoroso surgiu apenas em 1477, com o arquiduque Maximiliano, da Áustria. Sua então namorada, Maria, recebeu dele um belíssimo anel de ouro, com pequenos diamantes, que formavam a letra “M”. A aliança de namoro ficou no dedo anelar da mão direita – e assim é a tradição até os dias de hoje.

Este romântico ato de trocar alianças entre namorados e noivos foi ganhando fama rapidamente em toda a Europa. 

Em suas peças, escritas no final de 1500, Shakespeare mencionava alianças de namoro e de noivado com certa frequência. Já nos anos 1600 e 1700, os casais passaram a adotar uma nova regra de etiqueta: enquanto estivessem em fase de namoro, deveriam usar alianças de prata. Na festa de casamento deveriam substitui-las por aneis de ouro.

No final de 1800, na África do Sul, foi descoberta uma grande mina de diamantes. Daí em diante, os diamantes se popularizaram em alianças pelo mundo todo. Foi nesta época que tiveram início as grandes empresas do ramo de joalheria, como a Tiffany & Co.

A tradição das alianças permanece nos dias de hoje e elas continuam sendo vistas como o mais clássico símbolo de amor entre casais. Embora a tradição tenha resistido ao tempo, os estilos mudaram bastante e se adaptaram ao longo dos anos.

As alianças ao longo das últimas décadas

O início de 1900 era uma época de expansão e abundância, graças a revolução industrial. Anéis de noivado e alianças de casamento refletiam a nobreza da época, ricamente decorados em anéis de platina.

Entre 1920 e 1930 vemos uma forte influência do estilo Art-Déco. Os aneis eram visualmente mais modernos e delicados, com adornos de pedras nobres, tais como rubis e safiras.

Década de 1940: a Segunda Guerra Mundial trouxe uma série de dificuldades para o ramo da joalheria, sobretudo porque a platina (um metal muito usado em anéis) ficou mais escassa. As adversidades financeiras da época trouxeram também algumas mudanças radicais nas alianças: em vez de diamantes reais, muitos casais passaram a usar safiras e rubis falsos em seus anéis de namoro e de casamento, para ostentar uma riqueza que não tinham.

Década de 1950: estrelas de cinema da época adoravam ser filmados e fotografados com anéis de diamantes. Audrey Hepburn, por exemplo, tinha aneis de diferentes tonalidades, para combinar com suas roupas: ouro branco, ouro amarelo e ouro rosa. Usar aneis multicoloridos foi uma moda muito popular nesta década.

Década de 1960: duas mulheres desta época se destacaram com a riqueza de suas alianças. Elizabeth Taylor ganhou um anel de 33 quilates com diamante e Jacqueline, esposa do ex-presidente John Kennedy, ganhou um deslumbrante anel com esmeralda e diamante.

Década de 1970: esta é a geração com alianças com estilo novo e diferente. Formas quadradas de aço foram as escolhas mais populares entre as noivas da época.

Década de 1980: celebridade real da época, a Princesa Diana marcou o início de uma tendência extravagante em alianças de noivado e de casamento, quando o príncipe Charles lhe deu um anel rodeado de safiras e diamantes.

Anos de 1990 até 2010: durante essas duas décadas houve muitas mudanças, mas com estilo mais simples. Ano após ano, novas criações surgiram e desapareceram, mas as alianças de namoro ou de casamento mais escolhidas são um simples anel de diamante solitário no centro. Sutil e delicado, porém elegante e charmoso.

Hoje: a tendência atual é ter alianças com o estilo pessoal de cada casal. Não há um padrão de formas, cores, decorações ou tamanho. Cada casal escolhe o que lhe agradar mais. A loja Rubi Alianças, por exemplo, possui alianças de namoro e alianças de casamento de diferentes modelos, para todos os gostos.

Onde comprar aliança de namoro pela internet

As lojas Rubi Alianças (Instagram | Facebook) estão presentes em várias cidades do estado de São Paulo e também tem uma loja virtual, que vende pela internet. O catálogo online conta com centenas de modelos de alianças de namoro, noivado e de casamento, com entrega em todo o Brasil.

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